Criptomoedas, neurociência e matemática, ensino de ciência e cosmologia no Univerciência

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O Univerciência deste sábado (9) vai mostrar o que são e como funcionam as criptomoedas e como a neurociência pode ajudar no ensino da matemática. O programa traz também um grupo de pesquisa que atua na reconstrução de experimentos para auxiliar no ensino de ciências, e as técnicas para incentivar novos pesquisadores da cosmologia. No‌ ‌ar‌ ‌pela‌ ‌TVE‌ ‌aos‌ ‌sábados,‌ ‌às‌ ‌14h30,‌ ‌o‌ ‌programa‌ ‌tem‌ ‌horários‌ ‌alternativos‌ ‌às‌ ‌segundas-feiras,‌ ‌às‌ ‌20h30,‌ ‌e‌ ‌quartas-feiras,‌ ‌às‌ ‌7h30.‌

O que são e como funcionam as criptomoedas são algumas das perguntas que fizeram com que um estudante da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) se debruçasse em uma pesquisa, que resultou no Prêmio de Monografia Economista Jairo Simões. O Prêmio seleciona, a cada ano, os trabalhos de conclusão de curso que mais se destacam no estado da Bahia. Com o tema “Criptomoedas: um estudo à luz do pensamento econômico monetário”, o trabalho traz uma discussão sobre as moedas digitais, algo relativamente novo no campo da economia.

Avaliações nacionais e internacionais sobre a educação da matemática no Brasil revelam que o rendimento nas escolas é muito inferior ao esperado. O programa traz uma conversa com uma pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) sobre a articulação entre as Neurociências e a Educação, a partir da disciplina Neuropsicologia Escolar, que faz a interface entre o neurodesenvolvimento e a aquisição de conteúdos escolares e acadêmicos. Segundo a pesquisadora, na educação da matemática, o que se sabe é que a construção da noção de números é essencial nos anos iniciais. O trabalho da rede se baseia em desenvolver e estimular as habilidades cognitivas mais básicas no período adequado da vida escolar – ensino infantil e os dois primeiros anos do ensino fundamental.

Na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) um grupo de pesquisa é reconhecido internacionalmente na construção de objetos que recriam experimentos históricos para auxiliar no ensino de Ciências em sala de aula. No programa, o telespectador vai conhecer o trabalho que envolve professores do Departamento de Física, estudantes de graduação, mestrado e doutorado, professores da educação básica e pesquisadores independentes, e foi idealizado a partir do trabalho de um ex-aluno e colaborador do projeto, com habilidade para a construção dos artefatos utilizados nos experimentos e do contato com cientistas de centros de referência na Alemanha. Para os pesquisadores, a metodologia e os recursos apresentados pelo grupo de pesquisa podem despertar o interesse dos discentes para o conteúdo apresentado e possibilitar o amadurecimento não apenas de estudantes do ensino médio que utilizam esse material em sala de aula, mas também dos discentes de licenciatura que auxiliam na construção dos artefatos.

Ainda nesta edição, o Univerciência vai mostrar detalhes da cosmologia, ramo da astronomia que estuda a origem, a evolução, a composição e a estrutura do Universo. Entre as técnicas utilizadas no Instituto Federal do Maranhão, para incentivar novos pesquisadores dentro, uma específica busca trazer os estudantes para vivenciar a experiência de pegar dados e trabalhar com elas passando por todas as etapas das pesquisas científicas. Segundos os idealizadores deste projeto, existe um grande número de estudantes interessados em se tornar pesquisadores da área de cosmologia.

O programa Univerciência tem a participação de instituições de ensino de todos os estados nordestinos a partir da parceria entre universidades, institutos e televisões públicas da região. A produção do conteúdo é colaborativa e a veiculação acontece em TV’s públicas, educativas, culturais e universitárias, e nos canais das emissoras, das universidades e dos institutos na Internet.

Source: UFRB
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